Como já dissemos no documento História do Processo eleitoral da OAC, caímos, entre Janeiro e Outubro de 2017, numa armadilha montada por César Freitas, Manuel Barradas, Job Amado, António Pedro Bettencourt, António Jorge Delgado e Francisco Duarte, que consistiu em nos negarem a convocação de duas Assembleias-gerais (pedidos enviados em Fevereiro e em Março) para afastar César Freitas e deliberar a anulação e/ou suspensão de todos os actos de gestão que praticou depois de 2 de Junho de 2016, pois tendo acabado o seu mandato nessa data  e não tendo dado justificações (quaisquer que fossem elas) do adiamento da eleição que devia ter acontecido na OAC entre 2 e 17 de Maio de 2016, obviamente que não estaria nunca legitimado a conduzir os negócios dos Arquitectos depois dessa data.

Mas ficámos presos nas mãos desse grupinho que, com a cumplicidade da tutela, se estribava no controlo absoluto dos recursos da Ordem para impedirem que tais convocações fossem publicadas nos termos do nosso Estatuto, ou seja no website da Ordem. E a própria Ministra das Infraestruturas nos enviou, dia 19 de Setembro de 2017, por intermédio do seu seu consultor externo, Francisco Duarte, um recado claro a ameaçar com a não aceitação pela tutela das decisões de qualquer AG que realizássemos que não tivesse sido convocada de acordo com o nosso Estatuto.

A única saída que tivemos foi insistir com o Frederico Hopffer Almada a reassumir o seu lugar de Presidente da Mesa da Assembleia-geral para que finalmente pudéssemos realizar a AG que tanto vínhamos tentando fazer.

E essa Assembleia-geral Extraordinária (AGE) que finalmente conseguimos a realizar em 31 de Outubro de 2017, depois de termos conseguido nos livrar dessa armadilha, entre muitas decisões, cujos registos video vamos publicar a partir de hoje, DEMITIU POR UNANIMIDADE César Freitas e do seu Conselho Directivo e ANULOU TODAS AS DECISÕES QUE TOMARAM depois do dia 2 de Junho de 2016 (pode-se comprovar pelo vídeo que os Srs. César Freitas e Manuel Barradas assistiram do princípio ao fim, a todos os procedimentos dessa AG numa sala ao lado).

Esta decisão é importante, porque foi tomada por 49 arquitectos na posse dos seus direitos, dois dias depois que a lista “Vez e Voz” afirmou ter sido eleita com 45 votos, numa contagem absolutamente suspeita porque feita e comunicada por eles próprios, sem qualquer fiscalização ou verificação independente.

Esta decisão é fundamental também porque ao se anular tudo o que César Freitas e o seu grupinho decidiu depois de 2 de junho de 2016, evidentemente se anulou tudo o que teve a ver com eleições na instituição até o dia 29 de Outubro.

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