Com a Ministra da tutela da OAC, Eng, Eunice Silva e o 2º Juízo Cível do Tribunal da Comarca da Praia a reconhecerem como normal e legal a permanência em funções de corpos gerentes da OAC cujo mandato havia caducado 17 meses antes (após, numa primeira fase, protelarem propositada e abusivamente as eleições na instituição sem dar quaisquer satisfações à classe, e depois, numa segunda fase, as tentarem manipular sem vergonha), a AGE de 31 de Outubro tinha que deliberar pelo afastamento apenas do Bastonário e demais membros do Conselho Directivo, deixando em função todos os outros órgãos, mesmo estando estes inoperacionais desde 2014, por abandono, em segredo e em silêncio, dos seus respectivos membros.

Demissão do Bastonário e do seu Conselho Directivo residual:

Porque se demitiu apenas o Conselho Directivo e o Bastonário?

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